Mineiro, 25 anos e engenheiro químico. Talvez por isso apanhe tanto dos monstros fantasiados de letras. Começou a acompanhar Fórmula 1 no, cada vez mais longíquo, ano de 1992. Época que Ayrton Senna tentava retirar no talento a diferença de rendimento para os carros da Williams, em especial ao de Nigel Mansell. Espaço para o épico desafio nas ruas do Principado de Mônaco que atingiram a cabeça de menino de uma forma marcante ao parar um país, como se fosse Copa do Mundo de futebol.
Piloto frustrado, o jeito foi acompanhar o carros velozes pela televisão e torcer por lampejos de Barrichello ou de alguém capaz de fazer frente ao domínio de Michael Schumacher. Agora a torcida é apenas pelo bom espetáculo e pela vitória do melhor piloto, e não do melhor carro.
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